Doutrina dos Apóstolos


Verdade. Unidade. Amor.

No capítulo vinte e quatro de Mateus, considerado majoritariamente parte das profecias novo-testamentárias de cumprimento futuro, não obstante, a Palavra de Deus sempre teria uma dupla referencia, tendo-se em conta a sua qualidade de palavra diária e sempre oportuna como alimento espiritual para o cristão, e alerta da Igreja para o Mundo.
No primeiro parágrafo já de imediato, a revelação divina aponta três valores divinos que estariam em risco nos finais dos tempos. Não quero saber se estamos ou não vivendo já esses últimos dias; mas sim preciso saber se, por caso, a igreja hoje padece ou não da carência ou abandono de um ou mais destes três valores.
E ao que tudo indica, as evidencias me demonstram que, de fato, estamos vivendo os últimos tempos, pois, é gritante a falta, ou mais precisamente, o abandono da verdade absoluta de Deus, a unidade do Corpo de Cristo e o amor.
Tomemos apenas o caso da unidade. Conheço o Conselho Pastoral mais antigo da América Latina, e muitos outros. Com raras excepções, a grande maioria deles apenas ampliam o desejo de domínio de alguns, e congratula e satisfaz o ego de muitos. Participo de vários deles, quando posso, mas confesso, mais é o tempo que perco que uma real edificação do edifício igreja que tanto desejo ver e participar nela. Entretanto, louvo a Deus pelo esforço de muitos servos, e os resultados obtidos até aqui.
Naqueles dias, e hoje também, apóstolos verdadeiros trabalham, vivem, e se desvivem pela unidade da igreja, anunciando e ensinando a tempo e fora de tempo a verdade de Deus, da qual a igreja é baluarte e coluna, e o amor, vivenciando-o. 
Posto aqui uma montagem de autor anônimo obtida na Internet, apenas de modo ilustrativo, para entendermos um pouco mais o que significa, aliás, o que não significa amar, viver a verdade e trabalhar pelos interesses de Cristo, consequentemente, ser verdadeiros ou falsos apóstolos de Cristo.  

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